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                                       Tipos de Superficies das Chapas

                         Bruta

                         É a superfície resultante das chapas após o processo de corte. Aqui pode haver ainda uma divisão em três superfícies diferentes.

                              Bruta serrada proveniente do corte de chapas em teares (maior rugosidade).

                              Bruta do fio diamantado proveniente do corte de chapas em máquinas mono ou multifio (rugosidade média).

                              Bruta do disco diamantado proveniente do corte de tiras ou chapas em máquinas com discos diamantados de grande diâmetro, 900 mm até 3.500 mm (rugosidade baixa – praticamente levigada).

 


                                     Fresada

                         É a superfície resultante das chapas após o processo de fresagem. Esta operação é realizada com ferramentas de diferentes larguras e equipamentos retirando até alguns milímetros da superfície da chapa e deixando nestas as marcas destas ferramentas.

                         Esta operação pode ter como objetivo reduzir a espessura da chapa, regularizar a superfície ou mesmo criar “rasgos” na mesma para torná-la anti derrapante ou mais adesiva às misturas de assentamento.

 


                                     Levigada

                         É a superfície resultante na chapa ao receber acabamento com rebolos abrasivos até o grão 120.

                         Este grão define o limite de acabamento de superfícies quer seja como anti derrapante ou mesmo para a aplicação de resina e posterior polimento.

 


                                     Polida

                         É a superfície “brilhante” resultante na chapa ao receber acabamento completo, ou seja, até o último grão de rebolo abrasivo e finalizado com rebolo de lustre.

                         Dependendo de sua composição, o material polido pode apresentar maior ou menor intensidade de brilho, que pode ser medido por um aparelho chamado Glossmeter.

                         Na prática é a percepção de que a chapa tenha uma superfície limpa e brilhante, respeitando suas características, indicam um bom polimento.



                                     Jateada

                         É a superfície resultante na chapa ao ser submetida ao tratamento com o equipamento de jateamento.

                         Esta superfície pode ser obtida jateando-se a chapa tanto co areia como com granalha de aço.

                         Tem por objetivo produzir uma superfície anti derrapante, podendo neste tipo de acabamento ser aplicado um produto chamado de “intensificador de cor” que irá trazer a impressão que a chapa encontra-se molhada, realçando a cor da mesma.



                                     Flameada

                         É a superfície resultante na chapa quando a mesma recebe tratamento térmico (queimada com maçarico especialmente desenvolvido para a função) que descolada pequenas lascas da mesma, tornando a superfície levemente irregular produzindo a impressão de que a mesma é rústica.
                         Para “polir” a superfície flameada pode ser aplicados, um escovamento (escovas de limpeza) complementar ou então jatos de água de alta pressão. Desta forma a superfície vai ficar similar a se tivesse recebido uma aplicação de óleo.

                         Após o flameamento simples, o intensificador de cor pode também ser aplicado nesta superfície.



                                     Escovada

                         É a superfície resultante na chapa quando a mesma recebe tratamento de desbaste realizado por escovas de aço ou materiais sintéticos.
                         Podem ser executados diferentes modelos de escovamento, com maior rugosidade, média e pouca.

                         Dependendo o tipo de escovas utilizadas pode ainda reproduzir em alguns materiais uma superfície com desenho similar a couro natural.


 

                         Apicoada

                         É a superfície resultante na chapa quando a mesma recebe choques de pontas metálicas sobre uma das faces.

                         Pode ser feita manualmente (martelo e ponteiro), com uso de martelo pneumático (ponta de vídea), máquina apicoadora de mão (lixadeira com cabeçote rotativo) ou equipamento de linha (apicoadora).

                         Podem ser executados diferentes modelos de apicoamento, com maior rugosidade, média e pouca.

                         Quanto ao desenho podem ser pontos (unitários, conjunto) ou em linha (um, dois, três, etc.), dependendo da ferramenta de vídea utilizada.
                         Acabamento muito utilizado para peças instaladas em praças e jardins, sendo antiderrapante.